27 janeiro 2010

Comentáriosquasepoétikos

O inglês diz DREAM e Eu


Deixo-me utopicamente

Retornar saudoso no

Emaranhado circuíto da nostalgia

Aonde o verbo me conduz nos doces

Momentos do outrora voando ah sonhando

Passei

aqui

encontrei mel filosófico

na longa verbalização do discurso

para o deleite do intelecto

nem prata nem ouro

abortam o intrínseco desejo de tocar

as últimas causas

Abraço poétikofilosofiko

(in http://kutlhamala.blogspot.com/)



voei

de aveo

o candongueiro

ia lesto

carregava fatias de verbo

ah foi bom

e Gente da Periferia mexeu

na periferia do meu eu

desassossegado É Realidade Genuína

eu a vivo

e recitei

e declamei

e chorei

porque a gravata continua a mentir

até quando?

xé candongueiro

há lugar na bauka?

também quero sonhar voar

e deleitar-me na arte das palavras

Força Décio, o poeta do KK ou de Luanda?

não importa

é mesmo muangolê

Eu sei

e ví

e peguei

as palavras que caiam nos pés descalços

(in http://mulembeira.blogspot.com/)

4 comentários:

Anónimo disse...

Excelente escrito, meu amigo!!!

Muito obrigado por partilhares este momento de grande e original elevação poético-filosófica

Aquele abraço

Nguvulo Makatuka

Anónimo disse...

Nguimba,

Gostei do poema VOEI.

Continua a ler bastante PROSA, romances e contos. Ja leste LUUANDA e MACANDUMBA, de Luandino Vieira? E NZOJI, o livro de poemas de Arlindo Barbeitos?

Ja liguei para ti quatro vezes, mas nao consigo falar contigo.

Um abraço

J.Mendonça

Decio Bettencourt Mateus disse...

Nguimba Ngola: Mulembeira grandemente saúda tua visita e comentário. Eh motivo de grande regozijo. Gostei do "Voei" que (suponho) inspirado em alguns de "Xé Candongueiro". Voei é lindo. E isto, ainda mais me alegra. Um dia prometo explicar a confusão do porquê, se o poeta é do Kuando-Kubango ou de Luanda. Prometo mesmo.

Aquele nosso kandandu!

Anónimo disse...

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